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terça-feira, 3 de abril de 2012

Nossa Senhora de Fátima visita famílias

As Irmãs da Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum levam a imagem peregrina de Nossa 
Senhora de Fátima  a casa das famílias dos fiéis da Paróquia Nossa Senhora das Graças.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O MILAGRE EUCARÍSTICO DE DOUAI


Um prodigioso fato presenciado por multidões de fiéis e relatado pelo Bispo de Cambrai, testemunha ocular.


Ano de 1267, domingo de Páscoa, entre 8 e 9 horas da manhã. Na cidade de Douai — norte da França, a meio caminho entre Amiens e Lille — o Pároco distribuía a Comunhão aos fiéis na igreja dos cônegos de Santo Amato.

De repente, sem saber como se dera o acidente, viu uma Hóstia no chão. Consternado, pôs-se logo de joelhos e estendeu a mão para recolher a sagrada Partícula. Mas eis que Ela, por si mesma, elevou-se da terra e foi colocar-se sobre o sanguinho (toalhinha de linho usada para enxugar o cálice da Missa). Enquanto seus olhos estavam piedosamente fixos na Santa Eucaristia, viu que ela se transformava em um encantador menino.

O celebrante deu um grito e chamou os Cônegos, os quais se encontravam no coro da igreja. Acorrendo à sua voz, estes perceberam, sobre a toalhinha sagrada, o menino cheio de vida. Os fiéis presentes foram chamados e todos, sem distinção, desfrutavam dessa celestial visão.

A aparição durou cerca de uma hora. Transcorrido esse tempo, desapareceu o Menino, restando sobre o altar a branca Hóstia consagrada. Então o Pároco encerrou-a no tabernáculo e cada um dos felizes assistentes saiu publicando o milagre pela cidade e suas redondezas.

A notícia chegou aos ouvidos do Bispo de Cambrai, Dom Tomás de Cantimpré, que se dirigiu logo a Douai. Chegando à casa do Deão dos Cônegos, do qual era muito conhecido, perguntou-lhe se ele também poderia ver a Hóstia milagrosa. De pronto, este concordou e acompanhou o Prelado à igreja. Em pouco tempo reuniu-se lá uma numerosa multidão de fiéis, convocados pelo toque do sino.

O que segue abaixo é reprodução exata do relato do próprio Bispo, testemunha ocular dos fatos.

Narração do Bispo de Cambrai

Abre-se o sacrário. O povo aproxima-se. Logo após ser aberto o cibório, cada um começa a exclamar:

— Aqui está, eu O vejo!

— Eis aqui o meu Salvador!

Eu estava de pé, tomado de admiração: eu não via senão a forma de uma Hóstia muito alva, e, entretanto, minha consciência não me reprovava por nenhuma falta que pudesse impedir-me de ver, como os demais presentes, o Corpo sagrado.

Mas este pensamento não me inquietou durante longo tempo, pois logo também eu vi distintamente a face de Nosso Senhor Jesus Cristo na plenitude de sua idade. Sobre sua cabeça estava uma coroa de espinhos, e da fronte corriam duas gotas de sangue que desciam sobre cada lado do rosto. Pus-me instantaneamente de joelhos e, em prantos, O adorei.

Quando me levantei, não percebi mais nem a coroa de espinhos nem as gotas de sangue, mas vi uma face de homem, venerável além de tudo quanto se possa imaginar. Ela estava voltada para a direita, de modo que mal se podia ver o olho direito. O nariz era longo e reto, as sobrancelhas arqueadas, os olhos baixos e dulcíssimos. Uma longa cabeleira descia sobre os ombros. A barba, que nunca havia sido cortada, ondulava debaixo do queixo, e, perto da boca, a qual era muito graciosa, ela se adelgaçava, deixando de cada lado do queixo dois pequenos espaços sem pêlo, como acontece ordinariamente aos homens jovens que deixam crescer a barba desde a adolescência. A fronte era larga, as faces magras, e a cabeça, junto com o longo pescoço, inclinava-se ligeiramente.

Eis aí o retrato, e tal era a beleza dessa dulcíssima face.

Durante uma hora, os presentes viam o Salvador debaixo de formas diferentes: uns O viam estendido sobre a Cruz; outros, como vindo para julgar os homens; outros, enfim, em maior número, viam-no sob a forma de um menino.

Um milagre repetido durante vários dias

Não restou, infelizmente, nenhum outro relato de testemunha ocular do milagre. Mas o autor dos “Anais de Flandres”, falecido em Lille no ano de 1626, informa que ele durou vários dias, renovando-se cada vez que a santa Hóstia era exposta. Todos quantos entravam na igreja presenciavam o prodígio.

E a miraculosa transfiguração continuava operando-se sob diferentes formas. Na opinião do Cônego Capelle, de Cambrai, mais provavelmente as almas puras contemplavam um Menino doce e gracioso; os pecadores viam Jesus crucificado; e aos hereges Nosso Senhor se mostrava com fisionomia de Juiz irritado.

Além do depoimento do Bispo de Cambrai, uma incontestável tradição atesta de forma categórica a veracidade desse fato milagroso. Em 1356 — um século após a aparição — celebrava-se já em Douai a festa do Santo Sacramento do Milagre, e o documento que a ela faz menção indica ser essa celebração um costume já antigo.

A Hóstia miraculosa, que recebeu as homenagens de tantas gerações de fiéis, foi conservada na igreja canonical de Santo Amato até a época da Revolução Francesa.

Em 1790 a basílica foi fechada e, três anos depois, entregue ao saque. Os vasos sagrados foram quebrados, e as relíquias lá existentes desde quase dez séculos foram consumidas pelas chamas. Alguns energúmenos atiraram-se contra o altar, quebraram o tabernáculo e abriram a teca de prata na qual se guardava a Hóstia do milagre. 

Deus, porém, não permitiu este último sacrilégio: ela estava vazia, mãos piedosas haviam posto a salvo o augusto Sacramento. 

terça-feira, 27 de março de 2012

O maravilhoso poder da água benta


Fazer devotamente o sinal-da-cruz com água benta traz incontáveis benefícios para o corpo e para a alma: afugenta os demônios, obtém o perdão dos pecados veniais, pode livrar-nos de acidentes e até curar doenças.

Afirmou-me um sacerdote amigo que inúmeros católicos, mesmo dos mais instruídos, não sabem para que serve a água benta. É pena! Por isso, não se beneficiam desse precioso instrumento instituído pela Igreja para ajudá-los em praticamente todas as circunstâncias e dificuldades da vida!

Para que serve?

Há várias formas de usá-la. A mais comum é persignar-se com ela. Outra é aspergi-la sobre si mesmo, sobre outras pessoas, lugares ou objetos. Qualquer leigo ou leiga pode fazer isto. Naturalmente, quando feito por um sacerdote tem mais peso.

Seu efeito mais importante é afastar o demônio. Este “ronda em torno de nós como o leão que ruge”, procurando fazer-nos toda espécie de mal, como nos adverte São Pedro (I Ped 5,8). Os espíritos malignos, cujas misteriosas e sinistras operações afetam às vezes até as atividades físicas do homem, querem, antes de tudo, induzir-nos ao pecado grave, que conduz ao inferno. Para isto empregam todos os recursos. Às vezes, por exemplo, provocam em nós um sem número de incômodos físicos ou psicológicos. Outras vezes provocam pequenos incidentes, em nosso dia-a-dia, criam atrapalhações que parecem ter causas meramente naturais.

Por exemplo, na hora de cumprir um dever, a pessoa sente um inexplicável mal-estar, um inesperado desânimo, uma estranha dor de cabeça... Em certas oportunidades, sem qualquer motivo, o marido fica repentinamente irritado contra a esposa, ou vice-versa, daí surge uma discussão e se quebra a paz do lar. Ou, então, o pai ou a mãe deixa-se levar por um movimento de impaciência e repreende duramente o filho, em vez de admoestá-lo com doçura. O filho se revolta, sai de casa. Está criado um problema!

Tudo isso pode ser evitado afugentando o demônio com um simples sinal-dacruz, feito com água benta. Quando você sentir uma irritação estranha, faça essa experiência, e preste atenção no efeito salutar que produz! Logo lhe voltará a serenidade.

Além do mais, a água benta é um sacramental que nos alcança o perdão dos pecados veniais, pode livrar-nos de acidentes (trânsito, assaltos, quedas), e ajuda até a curar doenças. O conhecido livro “Tesouro de Exemplos” conta que uma criança gravemente enferma ficou imediatamente curada ao receber a bênção de São João Crisóstomo com água benta.

A água benta, como todo sacramental, leva-nos a invocar, nas diversas circunstâncias do dia, o socorro do Divino Espírito Santo, para o bem de nossa alma e de nosso corpo.

Outro benefício muito interessante e pouco conhecido: ela pode ser usada eficazmente em proveito de pessoas que se acham distantes de nós. E mais, cada vez que a utilizamos para fazer o sinalda-cruz, na intenção das almas do purgatório, elas são aliviadas dos seus sofrimentos.

De onde vem esse poder maravilhoso?

Vem do fato de ser ela um sacramental instituído pela Santa Igreja Católica. O sacerdote benze a água, enquanto ministro de Deus, em nome da Igreja e na qualidade de representante dela, cujas orações nosso Divino Salvador sempre atende com benevolência.

É importante lembrar que para ser verdadeiramente água benta, ela precisa ser benzida pelo sacerdote segundo o cerimonial prescrito pela Igreja, no “Ritual de Bênçãos” e no próprio “Missal Romano”,ambospublicados pela CNBB.

São belas e altamente significativas as orações para a bênção da água. Por exemplo, esta:

Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda a vida, abençoai esta água que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo.

Concedei, ó Deus, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre para nós as águas da salvação para que possamos nos aproximar de Vós com o coração puro e evitar todo perigo do corpo e da alma. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Portanto, não se esqueça!

É muito conveniente ter sempre consigo água benta para usar em qualquer circunstância. Por exemplo, benzer-se com ela ao sair e ao entrar na igreja, em casa ou no local de trabalho; ao iniciar uma oração, um serviço, uma viagem. Para afastar do lar a influência maléfica dos demônios, é muito aconselhável aspergir na casa algumas gotas de vez em quando. Isto pode ser feito por qualquer pessoa da família. É claro que pedir a um Padre para benzer a casa é muito melhor! Portanto, a água benta é sempre benfazeja e eficaz!

sábado, 24 de março de 2012

A Túnica de Jesus

No século IX, a Imperatriz Irene presenteou Carlos Magno com a Santa Túnica de Nosso Senhor. Essa inapreciável relíquia foi confiada à Abadia de Nossa Senhora da Humildade, em Argenteuil, cidade próxima de Paris, cuja abadessa era Theodrade, filha do grande Imperador.
Durante as devastadoras incursões dos vikings, as monjas decidiram murar a Santa Túnica no interior do convento. Tempos depois, em 1156, ela foi aí descoberta.
Em 1567, hordas de protestantes invadiram o convento, mas a relíquia ficou incólume. Porém, em 1793, durante a Revolução Francesa, o Pe. Ozet decidiu dividi-la. Enterrou a parte principal no jardim do convento e entregou pedaços de tecido a diversos fiéis de sua confiança. Passado o perigo, na hora de recolher os diversos pedaços espalhados, verificou-se que faltava a parte da frente.
A Túnica é tecida com fios de lã de ovelha, com trama em espinha de peixe — a mesma do Santo Sudário. De cor marrom, lembra o hábito franciscano ou carmelita. Inconsútil, quer dizer, sem costura, esse tipo de túnica era pouco frequente. De modo geral, seu uso era indício de alta posição social. Sobressai a excelência do fio e a perfeição da tecelagem. Segundo piedosa tradição, foi ela feita por Maria Santíssima e, milagrosamente, crescia com o menino Jesus.

Sagrada Túnica de Nosso Senhor Jesus Cristo. Argenteuil 

Narra São João (19, 23-24): “Depois de os soldados crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. A túnica, porém, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: ‘Não a rasguemos, mas deitemos sorte sobre ela, para ver de quem será’. Assim se cumpria a Escritura: ‘Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram A Sagrada Túnica de Nosso Senhor exposta sorte sobre a minha túnica’ (Sal 21, 19)”.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Meios para vencer a batalha da santificação

A prece verbal ou mental, particular ou litúrgica, não constitui o fim da vida espiritual. Este fim é a santificação, isto é, a morte à nossa natureza decaída e nossa reedificação em Jesus Cristo (Rom. 6, 3-11). Mas a prece é um meio eficaz para dotar o católico de maiores recursos para o combate interior. O auxílio divino, porém, é concedido segundo a reta intenção de quem pede, em qualquer espécie de prece.
Assim também os sacramentos, embora contenham objetivamente a graça, e sejam por aí um recurso certo, de nada servem sem a correspondência interior de quem os recebe. Da mesma forma, o Santo Sacrifício da Missa é uma torrente caudalosa de graças, mas a maior ou menor recepção delas, com maior ou menor aproveitamento, depende essencialmente das disposições interiores dos assistentes.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Primeira Eucaristia

As jovens da Capela Nossa Senhora de Fátima que  terminaram o Curso de Catecismo para a Primeira Comunhão reuniram-se para um retiro na Casa Santa Marta - setor feminino dos arautos do Evangelho. Após algumas meditações sobre a Eucaristia e a importância de se estar limpo e puro  para acolher a Cristo sacramentado,  receberam o Sacramento da Reconciliação.






"Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos”(Jo 6, 53)


Primeira Comunhão  

 A celebração presidida pelo Padre Alex Brito, EP e animada pelo coral das Irmãs da Regina Virginum  transcorreu num ambiente tomado de piedade. Em sua homilia, o Pe Alex apontou a necessidade de encontrar-nos com Nosso Senhor no fundo de nossos corações.

Os Jovens também foram batizados e aguardavam ansiosos para receber pela primeira vez Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Eucaristia.

Depois da missa, houve uma confraternização das famílias para marcar uma data tão importante: o encontro com Cristo Nosso Senhor.





sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Catequese

As catequeses na Paróquia, além de serem formativas, são bem animadas. No dia dos Pais, os catequizandos prepararam uma peça teatral bíblica sobre  José do Egito e a representaram para os fiéis da capela.





quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Atividades na Capela Nossa Senhora de Fátima

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Caieiras, SP, é sede provisória da Paróquia Nossa Senhora das Graças, criada pela Diocese de Bragança Paulista em virtude do desmembramento das Paróquias Nossa Senhora do Desterro e Santa Rita de Cássia, localizadas em Mairiporã e Caieiras, respectivamente.
O desmembramento se fez necessário por conta do grande número de habitantes da região e a extensão territorial das duas paróquias.
Nas diversas comunidades espalhadas pela região, as irmãs da Sociedade de Vida Apostólica de Direito Pontifício Regina Virginum, nascida do ramo feminino dos Arautos do Evangelho, ajudam na evangelização.
Os fiéis reúnem-se nas várias capelas para assistir missas, receber os sacramentos, participar das catequeses, cursos e actividades.
Muitas pessoas que estavam afastadas de Deus, começam a voltar para a Igreja.  Crianças  recebem o Baptismo. 

 Casais que estavam juntos há vários anos resolvem receber a bênção de Deus e casam-se.







Inúmeros jovens estão sendo instruídos na Catequese para fazer a Primeira Comunhão.