Mostrando postagens com marcador Arautos setor feminino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arautos setor feminino. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Retiro das Martinhas




Nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2013, reuniram-se na Capela de Santa Inês, cerca de 50 Martinhas de diversas capelas da Paróquia Nossa Senhora das Graças.

Nesses dias, as jovens e crianças puderam aproveitar o feriado do Carnaval para juntas, num convívio repleto de amizade e animação, considerarem alguns pontos da Doutrina Católica, especialmente ao que diz respeito à finalidade da vida e a bem-aventurança eterna.

O Padre David Ritchie, EP, celebrou a Santa Missa, e no final entregou para cada participante um livro de orações.

Assista ao video com o resumo das atividades clicando na imagem ou link abaixo.




quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Peça teatral natalina


Oh! Divino Menino Jesus, perdão por minha negligência! Bem sabeis o quanto eu gostaria de Vos oferecer o melhor, o mais belo e o mais perfeito presente! E aqui estou diante de Vós sem nada para Vos oferecer... coloco-o nas de Vossa e nossa Mãe, Maria Santíssima, para que Ela Vos ofereça tudo quanto mais Lhe agrade!

Assista à peça teatral natalina encenada pelas Irmãs da Sociedade Regina Virginum dos Arautos do Evangelho clicando na imagem.



sábado, 15 de dezembro de 2012

Histórias para catequese

Assim nasceram as andorinhas
Há perto de dois mil anos, numa manhã clara e aprazível, o sol espargia seus raios benfazejos sobre a região de Nazaré, na Galileia.
Algumas crianças brincavam num campo à margem do caminho que leva a Jerusalém. No meio da alegre e animada reunião destacava-se a figura atraente e luminosa de um Menino Divino: Jesus, o filho de José, o carpinteiro, e de Maria, o Salvador predito por Zacarias, o esperado por mais de quatro mil anos pelos patriarcas e profetas de Israel. Estava Ele ali também a brincar e a distrair-se com os companheiros entre risos e exclamações de inocente e límpida felicidade.
Formavam eles pequenos passarinhos com a argila do caminho, e os criativos dedinhos infantis modelavam à vontade a cauda, as asas, o bico e os olhos das avezinhas imaginadas. Pareciam voar aqueles pássaros de barro enquanto suas asinhas estendidas secavam-se ao vento quente de verão!
Ora, era dia de sábado. Um austero ancião de testa franzida e roupa surrada passou, então, pela estrada que leva a Jerusalém e, ao deparar-se com a ruidosa assembleia que despreocupadamente continuava seus “trabalhos” de modelagem, gritou com voz dura:
— Meninos, hoje não é permitido laborar com as mãos!
A estupefação estampou-se nas cândidas fisionomias dos “escultores”...
Sem aguardar resposta, o rígido seguidor da lei mosaica, cheio de azedume, levantou ameaçadoramente um rústico bastão e dispunha-se a transformar em cacos as graciosas figurinhas...
Então Jesus, o filho de Maria, ergueu-se e bateu palmas sobre as aves de barro. Oh, comovedor milagre! — elas cobraram vida e cor, levantaram leve e apressado voo e perderam-se no azul do firmamento.
* * *
Depois daquele feliz dia, todas as andorinhas — pois é delas que narramos a história —, fiéis à lembrança de sua encantadora origem, protegidas e abençoadas por Jesus, constroem seus ninhos de argila sob os telhados das casas.
São elas símbolo de bênção e prosperidade nos lugares onde habitam.
* * *
Quando Jesus exangue subiu ao alto do Calvário no trágico dia de Sexta-feira Santa, em que pavorosas trevas tomavam conta do universo, as humildes e gratas andorinhas, em bando reverente e compassivo, vieram arrancar com seus delicados bicos os espinhos que perlavam de sangue a fronte adorável e sagrada do Mestre, o arrebatador Menino do caminho de Nazaré que num sublime e divino impulso, cheio de alegria, cerca de trinta anos atrás as havia criado...
E, a partir da morte de Jesus, o Criador amado, a andorinha, peregrina alada, numa suprema homenagem de amor e ternura, traja com nobre e distinta ufania seu escuro manto de luto...