sábado, 16 de maio de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Oração para pedir a boa morte
São José, meu amável protetor, que morrestes nos
braços de Jesus e de Maria, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da
vida, mas principalmente na hora suprema, vindo suavizar minhas dores, enxugar
minhas lágrimas, fechar suavemente meus olhos, enquanto pronunciar os
dulcíssimos nomes: Jesus, Maria, José, salvai a minha alma!
Amém.
sábado, 7 de março de 2015
O que são os tempos litúrgicos?
Estamos no tempo da
Quaresma, depois virá a Páscoa e em seguida o tempo comum novamente. Talvez
você já tenha se perguntado o porquê disso ou por que a Páscoa não cai no mesmo
dia todo ano.
Assista ao vídeo para
esclarecer essas dúvidas.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O pálio
Uma imagem do jugo de
Cristo
No dia 21 de janeiro,
memória litúrgica de Santa Inês, o Papa abençoa dois cordeiros cuja lã será
utilizada para confeccionar o pálio dos Arcebispos Metropolitanos.
Grande foi a surpresa
dos quase cinco mil peregrinos ao ouvirem os balidos de dois cordeiros que
entravam calmamente acomodados em duas cestas de vime na Sala Paulo VI, durante
a audiência geral do Papa João Paulo II, em 21 de janeiro de 2004.
Que faziam ali,
naquele solene momento, os dois animaizinhos?
A resposta a essa
interrogação que se notava dos olhares não tardou. Era dia da comemoração litúrgica
de Santa Inês, e o Ritual dos Pontífices estabelece que todo ano, nessa data, o
Papa abençoe dois cordeiros cuja lã será utilizada para confeccionar os pálios
a serem impostos aos novos arcebispos na solenidade de São Pedro e São Paulo,
29 de junho.
A cerimônia da bênção
costuma realizar-se nos alojamentos particulares do Pontífice, mas como aquele
21 de janeiro caiu na quarta-feira, dia de audiência geral, João Paulo II
decidiu fazê-la na Sala Paulo VI, perante os peregrinos.
Uma história quase bimilenar
É pouco conhecida a
história do pálio, embora ele seja a mais antiga e característica insígnia do
Bispo de Roma. Sua origem remonta à Grécia antiga, onde os grandes oradores e
os mais destacados filósofos costumavam levar em torno do pescoço uma espécie
de echarpe ou faixa branca, que os distinguia dos demais cidadãos. Esse adorno
foi chamado de pallium pelos romanos.
Com o passar dos anos
e o desenvolvimento do cerimonial litúrgico, vários elementos dos trajes em
voga no Império Romano foram adotados pela Igreja, que os adaptou e sacralizou
para serem utilizados nos atos de culto. Esta é a origem, por exemplo, da
estola, da alva, da casula, da dalmática, etc.
Assim se deu também
com o pálio. Seu aparecimento na Igreja do Ocidente remonta ao séc. IV, no
curto pontificado do Papa São Marcos (janeiro a outubro de 336). Durante muitos
séculos, seu uso ficou reservado ao Sumo Pontífice, como símbolo do peculiar
múnus do Bispo de Roma e de sua estreita relação com o Apóstolo São Pedro.
No decorrer do tempo,
entretanto, ele passou a ser usado também por alguns bispos. E
a partir do séc. IX tornouse ornamento litúrgico característico dos arcebispos
metropolitanos. Atualmente, todo metropolita tem a obrigação de solicitar o
pálio ao Papa, no prazo de três meses após sua consagração episcopal, segundo
determina o Código de Direito Canônico (cân. 437).
Ornamento de alto valor simbólico
O pálio é rico de
símbolos teológicos e litúrgicos. No início, colocado em torno do pescoço, suas
duas faixas com cruzes negras desciam de ambos os lados do ombro esquerdo,
significando a ovelha carregada aos ombros pelo Bom Pastor.
No séc. IX houve uma
mudança: as duas faixas se estendiam pelo centro do peito e das costas do
arcebispo; as cruzes passaram a ser vermelhas, recordando as chagas de Cristo;
e foram acrescentados três grandes alfinetes negros, representando os cravos
com os quais Ele foi pregado à Cruz.
Alguns séculos mais
tarde, quando se reduziram as dimensões dos paramentos, diminuiu-se também a do
pálio, e foram-lhe dados o formato e as cores atuais, ou seja, passou a ser uma
faixa de lã branca, com poucos centímetros de largura, ornada por algumas
cruzes negras e três belos alfinetes. E no início do pontificado de Bento XVI
foi idealizada uma nova forma de pálio para uso exclusivo do Papa, que se
assemelha ao modelo romano antigo.
Quando o Decano do
Colégio Cardinalício lhe impôs o pálio, o Papa Emérito comentou: “Este antiquíssimo
símbolo pode ser considerado uma imagem do jugo de Cristo, que o Servo dos
Servos de Deus toma sobre suas costas. A lã do cordeiro simboliza a ovelha
perdida, ou a doente ou débil, que o pastor coloca sobre as costas e leva às
águas da vida. A parábola da ovelha perdida era para os Padres da Igreja uma
imagem do mistério de Cristo e da Igreja. ‘Apascenta as minhas ovelhas’, disse
Cristo a Pedro. E a mim Ele diz o mesmo, neste momento”.
Em discurso na
cerimônia de imposição do pálio a um grupo de arcebispos metropolitanos em
1999, o Papa João Paulo II realçou dois importantes significados. O primeiro é
a especial relação dos metropolitas com o Sucessor de Pedro. Em segundo lugar,
os cordeiros que forneceram a lã para sua confecção simbolizam “o Cordeiro de Deus
que tomou sobre Si o pecado do mundo e Se ofereceu em resgate pela humanidade”.
E acrescentou: “O pálio, com o candor da sua lã, é apelo à inocência da vida e,
com a seqüência das seis cruzes, é referência a uma quotidiana fidelidade ao
Senhor, até ao martírio, se for necessário”.
“Tomado do corpo de São Pedro”
Dado esse alto valor
simbólico, compreende-se que se tomem especiais cuidados para a confecção dos
pálios. Assim, todo ano são selecionados dois cordeiros entre os mais belos e
saudáveis do Agro Romano, os quais, depois de serem abençoados pelo Papa no dia
21 de janeiro, são levados para uma dependência da Basílica de Santa Cecília,
no Trastevere, onde as monjas beneditinas que ali residem cuidam deles com
esmero. Depois, no momento propício, elas os tosam e tecem a lã com a qual elas
próprias confeccionam primorosamente os pálios.
Estes são então
entregues ao Papa, que os manda depositar num escrínio junto ao túmulo de São
Pedro, nas Grutas Vaticanas. Ali eles permanecerão durante um ano, tornando- se,
assim, uma espécie de relíquia indireta de São Pedro. Isso confere maior
propriedade à fórmula “de corpore Beati Petri sumptum” (“tomado do corpo de São
Pedro”), usada na cerimônia de imposição. “É do túmulo do Apóstolo, memória permanente
da sua profissão de fé no Senhor Jesus, que o pálio recebe força simbólica”,
afirmou João Paulo II, no mencionado discurso pronunciado em 1999.
Revista
Arautos do Evangelho - Março 2006
domingo, 8 de fevereiro de 2015
O Cristo do Veneno
Qual seria a origem
de invocação tão inusual, sob a qual é venerado esse antigo crucifixo?
Quem passeia pela
Cidade do México pode encantar-se com belos monumentos, mansões, conventos e
igrejas ricamente ornadas. Na região chamada “El Zócalo” há muitas coisas para
ver, entre outras, a grandiosa catedral da cidade, ainda danificada pelo
terremoto de 1985. Não muito longe desta, encontra-se a rua Venustiano
Carranza, por onde circulam diariamente milhares de pessoas, seja para compras
ou simplesmente para se recompor da faina diária, saboreando os típicos tacos
ou então as quesadillas.
É nessa região que
deparamos com um pequeno templo chamado Porta Cœli, aonde muitos fiéis vão para
agradecer as graças recebidas ou pedir favores diante de uma imagem conhecida
pelo singular nome de “Senhor do Veneno”.
Qual é a história de
tão inusual invocação? Em 1602, chegou ao México, então Nova Espanha, uma
delegação de dominicanos, trazendo para o seu seminário um belo crucifixo de
tamanho natural, com a imagem de Jesus de alvura impressionante. Essa imagem
foi entronizada no lado esquerdo, próximo à entrada da igreja.
Ali havia um clérigo,
o qual dedicava especial devoção àquele Cristo. Não deixava passar um dia sem fazer
as orações diante dEle e oscular piedosamente Seus venerandos pés. Certa vez,
esse sacerdote atendeu em confissão um homem que declarou ter roubado e matado
cruelmente. Ante a revelação de tal crime, o religioso afirmou que Deus
perdoaria sempre, desde que restituísse o roubado e se entregasse à justiça,
pois não bastava se confessar, mas era também necessário se arrepender e
reparar o dano sofrido. O criminoso recusou-se a fazê-lo, retirando-se do
confessionário furioso. Temendo ser denunciado, maquinou um pérfido plano para
assassinar o sacerdote.
Escondido pelas
sombras da noite, furtivamente se introduziu na capela e molhou os pés do
Cristo com um poderoso veneno. Ninguém o viu e, sorrateiro como havia chegado,
ocultou-se num canto sombrio. No dia seguinte, depois de fazer as orações
costumeiras, aproximou-se o padre para beijar os pés da imagem, quando, para
seu espanto, ela dobrou os joelhos milagrosamente, levantando os pés, de modo a
impedir que estes fossem osculados. Enquanto isso, a imagem absorveu o veneno,
em consequência do qual sua cor se tornou negra.
O religioso teve
ainda maior surpresa quando ouviu soluços provenientes de alguém oculto atrás
de uma coluna. Era o assassino do dia anterior, que ali aguardava o efeito de
seu maligno plano. Verdadeiramente arrependido ao testemunhar tão maravilhoso
prodígio, em prantos, fez por fim uma sincera confissão e logo em seguida
entregou-se à justiça, disposto a pagar por seus crimes.
Desde então, a
milagrosa imagem passou a chamar-se “Senhor do Veneno”. Todos concordavam que o
Cristo não só havia protegido seu devoto, absorvendo o veneno, mas Seu
misericordioso ato também simbolizava como Nosso Salvador toma a Si nossos
pecados, estes sim um terrível veneno, que mata a alma, impedindo-a de alcançar
a vida eterna.
Anos depois, a imagem
foi transferida para a catedral metropolitana. Quando a igreja de Porta Cœli
foi entregue aos sacerdotes do rito greco-melquita em 1952, o pároco desta
incumbiu um renomado artista de esculpir uma cópia, a fim de que o “Cristo do
Veneno” pudesse ser venerado também na sua igreja de origem.
Revista Arautos fev 2009
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Missão Natalina
Os Arautos do Evangelho percorreram as ruas da Paróquia Nossa Senhora das Graças levando a Imagem do Menino Jesus aos lares.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
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